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 Medicamentos, Como saber o preço máximo a pagar?

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AutorMensagem
Alvaro
Admin


Mensagens : 38
Data de inscrição : 06/07/2010
Idade : 47

MensagemAssunto: Medicamentos, Como saber o preço máximo a pagar?   Qui Jul 15, 2010 2:40 pm



O preço máximo a pagar por um determinado medicamento e divulgado pela ANVISA e obrigatoriamente deve ser publicado em revistas do setor. SUA FARMÁCIA E OBRIGADA A TER UMA REVISTA DESSA A DISPOSIÇÃO DO PUBLICO.
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Tozzo
Convidado



MensagemAssunto: Laboratórios declaram guerra aos genéricos   Qua Ago 04, 2010 10:56 am

A concorrência no mercado farmacêutico brasileiro está acirrada. A comercialização de genéricos vem mostrando força e, para competir com eles, grandes laboratórios do país estão reduzindo o preço dos medicamentos de referência. Em drogarias de Belo Horizonte, é possível encontrar remédios patenteados até 40% mais baratos que os genéricos. Um bom exemplo é o Redulip, medicamento para emagrecer, que custa R$ 18,50 e tem a mesma composição e concentração do genérico sibutramina, vendido por R$ 31,30 na Drogaria Araujo.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos – Pró-Genéricos, Odnir Finotti, essa tendência é um ciclo vicioso, que beneficia o consumidor. “A prática vem se tornando comum no Brasil e é a maior prova de que os genéricos cumprem o papel de regulador de mercado, estimulando a concorrência”, afirma. De acordo com ele, sempre que houver o lançamento do genérico, o preço do medicamento de referência deve ser reduzido. “E o preço do genérico reajustado novamente, forçando maiores quedas. Isso favorece o consumo e facilita o acesso dos consumidores aos medicamentos e à saúde”, ressalta.

Dados divulgados terça-feira pela Pró-Genéricos revelam que o mercado de genéricos apresentou crescimento de 34,1% em volume no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2009. É o maior crescimento semestral registrado pelo setor desde 2003. De janeiro a junho, foram comercializadas 200,4 milhões de unidades ante 149,4 milhões nos seis primeiros meses do ano passado. As vendas do segmento movimentaram R$ 2,8 bilhões em 2010, ante R$ 2,015 em igual período de 2009, crescimento de 38,1%.

Em relação à participação de mercado, os genéricos fecharam o semestre com 20,5% de market share em unidades, 2,5 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado (18%). Pelo critério valor, encerraram o semestre com 16,5% de participação, contra 14,5% registrado em igual período de 2009.

Um exemplo que demonstra a elevação da concorrência no mercado farmacêutico foi a queda da patente do Viagra, em abril. Com a chegada do genérico ao mercado, laboratórios do país anunciaram a redução de 50% do preço do medicamento de referência. “Como a concorrência acirrou, os laboratórios começaram abaixar os preços consideravelmente. Com pouco tempo de mercado, o genérico do Viagra teve grande procura dos consumidores”, ressalta Odnir.

O gerente executivo da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanc), Serafim Branco Neto, confirma a tendência de redução dos preços dos medicamentos de referência. “Quando existem no mercado produtos que têm composição, concentração e qualidade iguais, além do registo da Anvisa, eles passam a ter direitos iguais na economia”. Serafim Neto explica que os laboratórios são capazes de reduzir o preço dos remédios de referência, considerando que 20 anos de patente é o suficiente para que os fabricantes reponham todo o investimento do produto, seja em pesquisa ou em desenvolvimento.

O gerente da Droga Nova, na Região Centro-Sul de BH, Antônio Marciano de Souza, conta que a queda dos preços dos medicamentos de referência tem acontecido com frequência e acredita que o surgimento dos genéricos forçam a redução dos custos e preços dos patenteados. “Ou o preço do produto de referência fica menor que o genérico, estimulando novos reajustes, ou os preços se aproximam muito. Antes de lançar o genérico do Candicorte, remédio para micose, ele custava R$ 22, depois caiu para R$ 17,78 e seu genérico custa R$ 13,16”, explica. Souza ressalta que a prática favorece o consumidor e que os reajustes têm ocorrido principalmente quando se aproxima a queda das patentes.
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CarlosSP
Convidado



MensagemAssunto: Preços de medicamentos variam até 296% em SP, aponta Procon   Qui Ago 05, 2010 11:25 am

CADÊ A REGULAÇÃO DE MERCADO?????

Os preços dos medicamentos apresentaram variação de até 295,92% entre os genéricos e de até 91,69% entre os de referência no levantamento realizado pelo Procon-SP entre os dias 30 de julho e 1º deste mês na capital paulista.

De acordo com a pesquisa do órgão estadual vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, os preços dos genéricos são, em média, 52,88% mais baixos do que os de referência com a mesma apresentação. O levantamento englobou 15 farmácias e drogarias distribuídas pelas cinco regiões da cidade e 52 medicamentos.

Veja lista completa
As drogarias e farmácias devem etiquetar o remédio com o preço de venda, não podendo ultrapassar o PMC (Preço Máximo ao Consumidor) calculado de acordo com a resolução nº 2, de março deste ano, da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).

Os técnicos do Procon-SP destacam que, em algumas drogarias de rede, há políticas comerciais diferentes para cada canal de venda (loja, telefone, site) e há empresas que são regidas pelo sistema de franquia, não havendo uma política única de preços entre os franqueados.

As maiores diferenças entre os medicamentos

Genéricos: 295,92%
Medicamento: Dipirona Sódica
Apresentação: 500 mg/ml, em gotas 10 ml
Maior preço: R$ 3,88
Menor preço: R$ 0,98
Diferença em valor absoluto: R$ 2,90

Referência: 91,69%
Medicamento: Dexason (Acetato de Dexametasona) Teuto
Apresentação: 1 mg/g -- creme dermatológico
Maior preço: R$ 8,07
Menor preço: R$ 4,21
Diferença em valor absoluto: R$ 3,86
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