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 A dengue está aí

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AutorMensagem
Alvaro
Admin


Mensagens : 38
Data de inscrição : 06/07/2010
Idade : 47

MensagemAssunto: A dengue está aí    Qui Jul 29, 2010 11:43 pm

A dengue está aí ! E o Brasil que se diz desenvolvido, com Lula discursando no G-20, não consegue controlar a ação do mosquito aedes aegypti, transmissor do vírus que causa a dengue. Alguns dizem que é impossível exterminá-lo no nosso território, devido ao crescimento acelerado da população urbana, ao clima tropical e suas características reprodutivas . Pode até ser que estas pessoas tenham razão, porém é fundamental a elaboração e execução de ações que surtam efeitos concretos na diminuição dos casos da dengue em nosso país.
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Cardosin
Convidado



MensagemAssunto: Vítimas das enchentes em Pernambuco estão tendo que enfrentar agora as epidemias de dengue e leptospirose   Qua Ago 04, 2010 12:41 pm

A situação do estado de Pernambuco está completamente fora de controle. Depois de sofrer com as enchentes, que atingiram 67 municípios deixando mais de 82 mil pessoas sem ter onde morar, a população agora terá que enfrentar as mais diversas epidemias, mais um reflexo da política de corte de verbas e falta de investimento levada a cabo pelos governos burgueses.

De acordo com o último balanço da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado no dia 28, o estado está sendo tomado pela dengue e leptospirose. Segundo os dados, em apenas 15 dias foram confirmados 37 casos de leptospirose de um total de 229 notificações. Outros 180 ainda estão sendo investigados, o que significa dizer que o número de infectados deve aumentar ainda mais. Ao menos duas mortes já foram confirmadas nesse ano.

Já no caso da dengue a situação é ainda mais escandalosa. De acordo com o relatório da SES, “os casos de dengue somam até o momento 6.011 casos em 2010 em 171 municípios, de um total de 32.136 notificações. Os dados representam um aumento de incidência de 459,96% em relação ao mesmo período de 2009, quando foram confirmados 1.234 casos de dengue de um total de 5.739 notificações” (Pernambuco.com, 28/7/2010). Para se ter idéia do absurdo, só na última semana ao menos 434 ocorrências foram notificadas, uma média diária de 62 casos.

Apesar de os casos de dengue terem aumentado em mais de 400% com relação ao mesmo período do ano passado, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou que o estado não está enfrentando uma epidemia, mas sim um “estado de alerta”. A declaração do governador evidencia ainda mais que não há por parte do governo nenhum interesse em resolver o problema. Declarar que um estado que possui mais de seis mil casos de dengue confirmados e 53 óbitos não está enfrentando uma epidemia é uma forma de tentar ocultar o problema da população para não ter que solucioná-lo.

A burguesia não que gastar nenhum centavo com a saúde dos trabalhadores – não é à toa que a população está sendo obrigada a enfrentar todas essas mazelas, resultado do corte de verbas e falta de investimentos nos setores essenciais, tanto é assim que essa mesma situação se repete em outros estados, mostrando que não se trata de um caso específico, isolado, mas de uma política geral que se repete em todo o País.

Em Alagoas, por exemplo, a epidemia de dengue já infectou mais de 18 mil pessoas, um aumento de 1.000% com relação ao mesmo período do ano passado. Ao menos nove pessoas morreram em virtude da doença. Como se vê, não se trata de nenhuma eventualidade, caso contrário o que explicaria que diversos estados, em diferentes regiões, com economias diferentes, clima diferente etc., enfrentassem exatamente os mesmos problemas?

Justificar que a dengue e as enchentes são reflexo do aumento das chuvas é outro cinismo típico da burguesia. Se esse fosse de fato o problema, deveria ser uma raridade, uma vez que seria uma situação excepcional e não a regra. O fato é que essas mazelas se repetem todos os anos, sem nenhuma exceção, o que mostra que não há nenhuma medida de prevenção.
O caso de Pernambuco, em especial da capital, é um exemplo bastante emblemático, que derruba por terra todos esses argumentos. Não é preciso nenhum dilúvio para alagar Recife, ao contrário, qualquer mínima chuva é o suficiente para inundar as ruas da cidade, o que mostra que as enchentes não têm nada a ver com um volume excessivo de água, mas com a falta de investimento dos governos nos serviços voltados para a população.

Todas as vítimas devem exigir o pagamento imediato de indenizações. É obrigação do governo, dos criminosos que produziram todas essas mazelas, o de assistir as famílias que perderam suas casas e que agora estão sendo submetidas a situações desumanas. study
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Julinho
Convidado



MensagemAssunto: Dengue em Boa Vista   Qua Ago 04, 2010 12:44 pm

Desde o começo do ano até a semana passada foram notificados 3.150 casos de dengue em Boa Vista. Deste número, cerca de 600 tiveram a confirmação da doença. A união entre governo do estado, município e Exército Brasileiro no combate à proliferação do mosquito evitou que este quantitativo fosse maior. Entretanto, a capital continua em situação de médio risco de transmissão. O ideal seria estar em baixo risco.

Porém, apesar de o estado ainda ser preocupante quanto ao aumento de casos da enfermidade, segundo o superintendente de Vigilância em Saúde do município, Ipojucan Carneiro, Boa Vista não esteve este ano em situação de alto risco. "Há a possibilidade de aumentar o risco de transmissão, se a gente se descuidar", acrescentou.

O superintendente informou que a população precisa ficar atenta e participar mais do combate à doença para que não tenhamos uma epidemia de dengue na cidade. Grande parte dos recipientes que podem acumular água e servir de criadouro para o Aedes aegypti está nas residências.

"A gente chama a atenção da população para que se envolva mais e tome para si o controle da proliferação do mosquito. Se a população tivesse mais interesse em conter o avanço da dengue, teríamos menos casos da doença hoje", disse.

Para tentar sensibilizar os boa-vistenses do problema, agentes de endemias, desde que a união entre Federação, estado e município começou, no início do ano, visitaram todos os bairros da capital.

Hoje, os trabalhos estão em fase de intensificação nos núcleos populacionais onde a incidência de casos confirmados e notificados é maior.

As visitas estão ocorrendo novamente nos bairros Alvorada, Equatorial, Buritis, Senador Hélio Campos, Nova Cidade, dentre outros. "O número de transmissão da doença ainda está alto, pois temos condições ambientais muito mais favoráveis ao mosquito, que são o alto índice de chuvas e o forte calor.

A tendência é que no próximo mês isto comece a baixar", afirmou.

Por outro lado, a população também cobra ações mais intensas da administração pública para conter o avanço da doença. A utilização de forma regular de produtos químicos para matar os insetos é uma delas. Moradores dos arredores do parque Germano Sampaio, no bairro Pintolândia, reclamam que a lagoa daquele espaço de lazer contribui para a proliferação do mosquito.

Uma moradora da rua N-8, que não quis ser identificada, explicou que já foi feito abaixo-assinado pedindo a retirada da lagoa, há quatro anos, algo não atendido, em virtude da legislação ambiental. "O incômodo é muito grande por causa do mosquito. A gente não consegue ficar sossegada em casa por causa dos mosquitos. Sentar nos bancos do parque também não dá", afirmou, cobrando que haja uma ação continuada na região para matar os mosquitos.
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Camarão
Convidado



MensagemAssunto: Alagoas   Qua Ago 04, 2010 12:46 pm

MP quer toque de recolher em cidades atingidas por chuva em AL

O Ministério Público de Alagoas informou nesta segunda-feira que recebeu a adesão da maior parte dos 29 municípios atingidos pelas enxurradas das últimas semanas às recomendações feitas em publicação no Diário Oficial. O MP sugeriu que estas cidades estabeleçam toque de recolher, proíbam a venda de bebidas alcoólicas e restrinjam consertos e novas construções nas áreas que ficaram submersas.

A manifestação oficial dos prefeitos é esperada pelo Ministério Público até a próxima quarta-feira. Segundo o MP, os municípios que não aderirem voluntariamente às medidas de segurança propostas, serão acompanhados com maior atenção pela promotoria, que não descarta recorrer às vias judiciais para garantir a lisura no processo de reconstrução.

"O Ministério Público resolveu criar uma comissão para prestar um serviço integrado e organizado para acompanhar o andamento das reconstruções das cidades", disse o procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares.

Segundo o comunicado do MP, a principal recomendação é que a Defesa Civil de cada município impeça a construção e o conserto de imóveis em áreas que foram alagadas. A ideia é evitar que a tragédia se repita em outros períodos de chuva. A entidade propõe que nestas áreas sejam construídas áreas esportivas e de lazer.

"Equipes de engenheiros das secretarias do Estado e profissionais da Universidade Federal de Alagoas trabalham na escolha de novas áreas seguras para que sejam construídos conjuntos habitacionais", afirmou Álvaro Machado, secretário-chefe do Gabinete Civil.

O MP recomendou, também, que as autoridades dos municípios onde foi decretado o estado de calamidade pública determinem toque de recolher entre as 22h e o amanhecer, período em que deve ser proibida a venda de bebidas alcoólicas.

A promotoria entende, ainda, que as cidades precisam determinar horários para a distribuição de donativos e trabalhar de forma alinhada ao cadastro único de atingidos pelas chuvas, criado pela Defesa Civil do Estado. Dessa forma, eles esperam garantir uma distribuição igualitária da ajuda.

Os estragos da chuva
O balanço da Defesa Civil nacional, divulgado na última sexta-feira, aponta que em Alagoas 26.618 pessoas estão desabrigadas (dependem de acomodação em abrigos públicos e 47.897 estão desalojadas (tiveram que sair de casa e estão com parentes). Outras 37 morreram. Já em Pernambuco, o total é de 26.966 desabrigados, 55.643 mil desalojados e 20 óbitos.

No Estado de Alagoas, quatro municípios decretaram situação de emergência e 15, estado de calamidade pública. No Estado de Pernambuco, 27 decretaram situação de emergência e 12 estão em estado de calamidade pública.
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Marcelo
Convidado



MensagemAssunto: Dengue é um absurdo   Seg Ago 16, 2010 10:40 am

A dengue pode ser combatida de diversas maneiras, mas o governo do Lula só tampa o sol com a peneira. Conscientizacão do povo deve ser feito, mas desenvolver o tratamento da dengue é fundamental. Desenvolvimento da cura é possivel sabendo-se da capacidade dos laboratórios no Brasil. Também, não existiria nada errado em criar parcerias com outros laboratórios para se RESOLVER o problema da dengue. Me parece que o Lula não quer mesmo cuidar da dengue.
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Marcelo
Convidado



MensagemAssunto: Novo Tratamento   Ter Ago 17, 2010 3:04 pm

Novo tratamento é legal:

Um engenheiro químico desenvolveu um produto para impedir que mosquitos depositem seus ovos em superfície aquática. O “mosquitocida” é aplicado na água e forma uma película na superfície que reduz a tensão superficial - em outras palavras, faz com que os insetos fiquem com patas e asas encharcadas e morram submersos. O produto foi desenvolvido para combater doenças como dengue, malária e elefantíase, todas transmitidas por mosquitos. Produto é eficaz contra mosquito da dengue
O mosquitocida, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi criado por Marcos Eduardo Sedra Gugliotti, pós-doutorando do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), e pode ser encontrado na versão líquida ou em pó. “Prefiro usar a versão sólida porque elimina possíveis perdas do produto”, diz o pesquisador. É atóxico, biodegradável, tem um período de decomposição de 48 horas e, além disso, ataca todas as fases dos mosquitos (desde ovos até a fase adulta), o que potencializa sua eficácia.



Indicado para o uso em grandes áreas, o produto tem composição natural. Quando testado nos laboratórios da USP e da Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo (Sucen), obteve bons resultados. Em uma das experiências, duas horas após a aplicação do produto, o mosquito transmissor da malária, Anopheles aquasalis, foi totalmente eliminado da área selecionada.

Outros testes revelaram que o mosquitocida também é eficiente contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue, e o Culex quinquefaciatus, da elefantíase. A eficácia do produto, entretanto, pode ser afetada de acordo com as mudanças climáticas. “Se ventar ou chover, ou até mesmo com o impacto das ondas do mar, o efeito do produto pode ser reduzido, já que a película será quebrada”, afirma o pesquisador.
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Aurélio
Convidado



MensagemAssunto: A Dengue não pára   Sex Ago 20, 2010 3:45 pm




Uma semana depois de o governo confirmar três casos de dengue tipo 4 no País - todos em Boa Vista (RR) - mais nove suspeitas da doença foram registradas pelo Ministério da Saúde. Além de sete ocorrências novas na capital de Roraima, duas foram registradas em cidades próximas, Cantã e Normandia. Técnicos de saúde iniciaram investigações para saber onde os dois pacientes contraíram o vírus.

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"Ainda não podemos afirmar que a doença esteja espalhando para outras cidades", afirmou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho. "Seja como for, qualquer caso novo de dengue 4 preocupa", completou.


No caso do paciente de Normandia, a hipótese mais provável é de que a infecção tenha sido contraída em Boa Vista. "Trata-se de uma paciente indígena, que veio para capital acompanhar um parente", afirmou Coelho. O paciente de Cantã ainda não foi localizado. Diante do aumento de casos suspeitos, o coordenador viajou a Roraima para preparar uma nova estratégia de combate na região.


Entre as ações estabelecidas estão o fumacê em toda a cidade e visita aos bairros onde casos suspeitos da doença foram identificados. Cerca de 40 homens das Forças Armadas deverão participar da ação. O fumacê deve começar na próxima segunda. Técnicos vão avaliar também o comportamento histórico da dengue na região.


Queda


Coelho afirma que a epidemia começa a apresentar tendência de queda no Estado. "Vamos avaliar como a dengue se comportou em anos anteriores para poder estruturar da melhor forma as ações de emergência", disse.


Coelho avalia ainda ser pouco provável que o País registre ainda este ano epidemia por vírus tipo 4. "A sorte é que o tempo está seco em todo País", disse. Os esforços estão concentrados para evitar que a doença consiga ultrapassar Roraima. O Estado registrou até agora 8.342 casos de dengue, um número 44,5% maior do que o contabilizado em 2009. A capital Boa Vista concentra 62% das ocorrências.
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Aurélio
Convidado



MensagemAssunto: Mais Dengue   Qua Ago 25, 2010 4:35 pm




Confirmados mais dois casos de dengue 4

Em nota técnica, o Ministério da Saúde (MS) confirmou os dois casos suspeitos de dengue 4 nos municípios de Cantá e Normandia. A divulgação foi na manhã desta segunda-feira (23).
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Marcelo
Convidado



MensagemAssunto: Sistema está Falhando   Qua Ago 25, 2010 4:43 pm



O sitema de vacinação das nossas crianças está falhando.
as falhas estão aí pra todo mundo ver.

Vai até o dia 30 de agosto a vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil). Roraima conseguiu, até o momento, imunizar 27.073 crianças de zero a quatro anos de idade, de um total de 52.062 que devem ser vacinadas. Isso representa 52% da totalidade. A vacinação continua nos postos de saúde dos municípios.
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Marcus
Convidado



MensagemAssunto: Olha o que Não Fazem   Sab Set 04, 2010 2:38 pm


Atendimento falha em 69% dos casos de dengue no País
Sáb, 04 Set, 08h11

Levantamento inédito do Ministério da Saúde nos registros de pacientes que morreram de dengue este ano revela falha no atendimento em 69% dos casos. O trabalho mostra que metade das mortes ocorreu em municípios com baixa cobertura no Programa Saúde da Família.

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"Os números indicam a necessidade de ajustes na forma de atendimento", afirma o diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage.


A urgência para resolver o problema é reforçada diante do panorama para o verão: 19 Estados, que abrigam 80% da população, apresentam risco muito alto ou alto de epidemia de dengue.


A Organização Mundial da Saúde é enfática ao afirmar que as mortes pela doença são evitáveis. O máximo tolerado é de até 1% dos casos graves. Bem menos que o registrado no País. Até julho, a taxa de mortalidade foi de 3,9%. A pesquisa do ministério, cujos números finais devem ser divulgados até o fim do mês, quer desvendar as razões de taxas tão elevadas. A partir daí, o assunto deverá ser discutido com autoridades locais.


A análise foi feita nos seis Estados que, reunidos, respondem por 70% do total de mortes do País: São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. Desenvolvido em colaboração com secretarias estaduais de Saúde e com secretarias municipais das cidades com maiores indicadores, o estudo partiu da avaliação de prontuários, de entrevistas com profissionais de saúde e com familiares do pacientes mortos. "A meta é verificar se há grupos mais vulneráveis e avaliar o tratamento ofertado", contou Hage.


Até o momento, foram analisados 66 casos fatais - número que já permite traçar alguns indicadores. Uma das principais constatações é a de que pacientes não foram atendidos conforme as diretrizes do ministério. "Não foi feita a classificação de risco do paciente", disse Hage. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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A dengue está aí
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